sábado, 1 de outubro de 2011

[NOVEL] Volume I - Cap. 1 - O rato encharcado (parte 3)


Hey, como vão?

Pra animar a tarde de sábado daqueles que vão ficar em casa, a última parte do capítulo I!
Mas antes, gostaria de avisar que o blog No. 6 Project fez parceria com o blog bakahoscan, que está traduzindo o manga da série :D Então, se você ainda não está acompanhando o manga, dê uma passadinha por lá!

Sem mais, boa leitura a todos :)


Capítulo I - O rato encharcado (parte 3)

Mamãe estava sentada no sofá da sala, absorta na televisão tela plana montada na parede. Ela me percebeu entrando, e apontou para a tela. Uma apresentadora com cabelos longos e lisos estava divulgando um aviso para todos os residentes de Chronos.

Um preso havia escapado do Centro Correcional no Bloco Oeste, e foi visto pela última vez fugindo na área de Chronos. Como também havia o furacão, a área seria colocada em confinamento naquela noite. Todos na área, excluindo casos especiais, estavam proibidos de sair de suas casas. 

O rosto de Nezumi apareceu na tela. Embaixo, as palavras "CV103221" flutuavam em letras vermelhas.


"CV..."

Levei uma colher de bolo de cereja à boca. Todos os anos, sem falhas, mamãe cozinharia um bolo de cereja para o meu aniversário. Isso porque meu pai tinha trazido para casa um bolo de cereja no dia em que nasci.

Pelo que minha mãe havia dito, meu pai era um caso sem esperança que se saciava em gastar dinheiro com mulheres, mas, acima de tudo, com a garrafa - ele estava a um passo de se tornar um alcoólatra. Ele tinha chegado em casa um dia e, em sua embriaguez, comprado bolos de cereja  três deles  que era tão bons que ela não conseguia evitar de lembrar de seu gosto toda vez que 7 de setembro chegava. Meus pais se divorciaram dois meses após o bolo de cereja. Então, infelizmente, eu não tenho memórias do meu caso sem esperanças de um pai que estava a um passo de ser alcoólatra. Mas isso não era inconveniente. Depois de ser considerado como top rank, mamãe e eu recebemos o direito de viver em Chronos, juntamente com um completo seguro de nossas condições de vida, incluindo essa modesta, mas bem equipada casa. Não era mesmo inconveniente. 

"Acabei de lembrar, o sistema de segurança do jardim ainda está desligado. Sem problemas em deixar ele desligado, certo?”

Mamãe se levantou devagar. Ela tinha ganhado muito peso recentemente, e parecia um esforço para ela se mover.

"Isso é uma chatice, essa coisa. Mesmo se um gato pular a cerca e disparar o alarme, o pessoal do Escritório de Segurança virá todas as vezes para checar. Quanto aborrecimento!"

Quase como se fosse em correlação com seu aumento de peso, ela tinha começado a chamar as coisas de "chatas" mais e mais frequentemente.

"Mas olhe para ele, ainda é tão novo. Um CV... Eu imagino o que ele fez."

CV. O Chip V. Era a abreviação para Chip de Violência, e era um termo originalmente utilizado nos Estados Unidos para um semicondutor que era usado para censurar conteúdos da televisão. Com esse chip, você podia programar a televisão para não mostrar conteúdo violento ou cenas perturbadoras. Se eu me lembro corretamente, esse termo foi usado primeiramente na revisão do Ato das Telecomunicações de 1996.

Mas na No. 6, o termo CV carregava um significado pesado. Autores de assassinato, tentativa de assassinato, roubo, assalto e outros crimes violentos eram sujeitos a ter esse chip implantado dentro de seus corpos. Isso permitia a computadores rastrear toda a sua  locomoção, condição e até mesmo variações emocionais do condenado. CV era um termo que nós usávamos para Criminosos Violentos.

Mas como ele tinha tirado o chip?

Se o CV ainda estivesse dentro de seu corpo, sua localização seria instantaneamente mostrada no Sistema de Rastreamento da cidade. Teria sido possível prendê-lo facilmente sem qualquer cidadão notar. Para fazer a notícia de sua fuga pública, e para forçar um confinamento, poderia somente significar que eles não tinham sido capazes de encontrar sua localização.

Aquele ferimento à bala poderia...? Não, não podia ser.

Eu nunca tinha visto um ferimento à bala em um humano antes, mas eu saberia dizer que definitivamente foi de um tiro a distância. Se ele tivesse tirado o chip pela carne de seu ombro, ele teria tido um ferimento mais grave, com queimaduras e tudo. Muito mais sério.

"Meio tedioso, não? Que vergonha, já que hoje é seu dia especial."

Mamãe suspirou enquanto polvilhava salsa em pó na panela de ensopado que estava na mesa. "Tedioso" era outra palavra que mamãe usava mais frequentemente esses dias.

Mamãe e eu éramos bem parecidos. Nós dois éramos um pouco sensíveis demais, e não gostávamos de nos socializar muito. As pessoas ao nosso redor eram agradáveis, tão agradáveis que não havia nada de ruim para dizer sobre elas. Meus colegas, os cidadãos ao nosso redor, eram geniais, inteligentes, e tinham modos. Ninguém erguia sua voz para insultar ninguém, ou tratavam as pessoas com hostilidade. Não havia pessoa estranha ou desonesta. Todos mantinham meticulosos estilos de vida saudáveis, que até mesmo figuras ligeiramente cheias como minha mãe eram raras. Nesse mundo pacífico, estável e uniforme onde todos pareciam o mesmo, minha mãe engordava, toda outra palavra era "chata" ou "tediosa"; e eu comecei a achar a presença de outras pessoas oprimente.

Quebre.
Destrua.
Destruir o quê?
Tudo.
Tudo?

A colher escorregou de minha mão e retiniu no chão.

"O que foi? Você está a milhas distante."

Mamãe olhou curiosamente para mim. Sua face redonda abriu um sorriso.

"Isso é raro de sua parte, Sion, viajando assim. Quer que eu lave sua colher?"

"Ah, não. Não é grande coisa." Eu sorri de volta. Meu coração estava batendo tão rápido que era difícil de respirar. Bebi a água mineral em um gole. Ferimentos à bala, sangue, CV, olhos cinza. O que eram todas essas coisas? Elas nunca existiram em minha vida até agora. O que é que elas têm,  que se intrometeram tão subitamente em minha vida?

Eu tinha uma efêmera premonição. Um sentimento de que uma grande mudança estava vindo. Como um vírus que entra em uma célula e a muda ou a destrói completamente, eu tinha um sentimento de que esse intruso iria perturbar o mundo em que eu vivia, e destruí-lo inteiramente.

"Sion? Sério, o que deu em você?

Mamãe olhou para meu rosto novamente, sua expressão era preocupada.

"Desculpe, mãe. Aquele relatório está me incomodando. Vou comer no meu quarto." Eu menti, e me levantei.

-*-

"Não acenda a luz."

Uma voz baixa me comandou, tão logo entrei no quarto. Eu não gostava de escuro, então eu geralmente deixava as luzes acesas. Mas agora estava um breu.

"Eu não consigo ver nada."

"Você não precisa."

Mas se eu não posso ver, não posso me mexer. Fiquei impotente, com o ensopado e o bolo de cereja nas mãos.

"Alguma coisa está cheirando bem."

"Eu trouxe ensopado e bolo de cereja."

Ouvi um assovio de apreciação no escuro.

"Quer um pouco?"

"Claro."

"Você vai comer no escuro?"

"Claro."

Cuidadosamente comecei a andar. Pude ouvir uma risada silenciosa.

"Você não pode nem ao menos achar o caminho em seu próprio quarto?"

"Acontece que não sou noturno, obrigado. Você consegue ver no escuro?"

"Eu sou um rato. É claro que eu consigo."

"CV103221."

No escuro, pude sentir Nezumi congelar.

"Você está em todos os noticiários. Famoso."

"Ah. Eu não pareço muito melhor em pessoa? Hey, esse bolo é bom."

Meus olhos estavam se acostumando com o escuro. Sentei na cama, e olhei de canto para o Nezumi.

"Você consegue fugir?"

"Claro."

"O que você fez com o chip?"

"Ainda está dentro de mim."

"Quer que eu o tire?"

"Outra cirurgia?! Não, obrigado."

"Mas..."

"Não importa. Essa coisa é inútil agora, de qualquer jeito."

"O que quer dizer?"

"O CV é apenas um brinquedo. Desativar ele é mamão com açúcar."

"Um brinquedo, hum."

"Yep, um brinquedo. E deixa eu te contar uma coisa, essa cidade inteira é como um brinquedo também. Um brinquedo barato que só é bonito do lado de fora."

Nezumi tinha acabado com o ensopado e o bolo. Ele deu um suspiro de satisfação.

"Então você está confiante que vai escapar enquanto a cidade está em alerta?"

"Claro."

"Mas há uma verificação de segurança estrita para infratores que não são registrados. Há um sistema inteiro por toda essa área para pessoas assim."

"Você acha? O sistema dessa cidade não é tão perfeito quanto você pensa. É cheio de buracos."

"Como você pode dizer isso?"

"Porque eu não sou parte do sistema. Vocês todos foram muito bem programados para acreditar que essa confusão falsa e cheia de buracos é a utopia perfeita. Ou não, talvez sejam vocês que queiram acreditar."

"Eu não."

"Hum?"

"Eu não acho esse lugar perfeito."

As palavras saíram de minha boca. Nezumi caiu em silêncio. Na minha frente, havia apenas uma expansão da escuridão. Eu não podia sentir sua presença. Ele estava certo, ele era como um rato. Um roedor noturno, escondido na escuridão.

"Você é estranho", ele disse silenciosamente, em uma voz ainda mais baixa que antes.

"Mesmo?"

"Você é. Isso não é algo para uma super elite dizer. Você não estaria com problemas se as autoridades descobrissem?”

"Sim. Um grande problema."

"Você abrigou um CV fugitivo e não alertou o Escritório... se eles descobrirem, seria um problema ainda maior. Eles não vão deixar você sair dessa tão facilmente."

"Eu sei."

Nezumi subitamente agarrou meu braço. Seus dedos finos se cavaram em minha carne.

"Você sabe mesmo? Quero dizer, não é meu problema o que acontece com você, mas se você acabar dizimado por minha causa, eu não gostaria disso. Eu me sentiria como se tivesse feito algo horrível..."

"É atencioso da sua parte."

"Mamãe sempre me disse, 'não cause problemas para as outras pessoas'", ele disse suavemente.

"Então você vai embora?"

"Não. Eu estou cansado, e tem um furacão lá fora. E finalmente eu tenho uma cama. Eu vou dormir aqui."

"Decida-se."

"Papai sempre me disse para separar meus comportamentos públicos de meus sentimentos privados."

"Parece um grande pai."

Seus dedos deixaram meu braço.

"Eu acho que tive sorte de você ser estranho", Nezumi disse suavemente.

"Nezumi?"

"Hmm?"

"Como você veio parar em Chronos?"

"Não vou contar."

"Você fugiu do Centro Correcional e veio para a cidade? Isso é mesmo possível?”

"Claro que é. Mas eu não entrei na No. 6 sozinho. Alguém me trouxe. Não que eu quisesse vir, aliás."

"Te trouxe?"

"Yep. Eu estava sendo escoltado, pode-se dizer assim."

"Escoltado? Pela polícia? Para onde?"

O Centro Correcional ficava no Bloco Oeste, uma zona de alta segurança. Qualquer um que quisesse entrar na No. 6 de lá, tinha que se inscrever pelo Escritório. Aqueles que tinham permissões de entrada especiais podiam entrar e sair livremente, mas, para os novos candidatos, eu ouvi que havia uma espera de pelo menos um mês para que seus formulários fossem aceitos, e, normalmente, apenas menos de dez por cento eram aceitos. O número de dias dentro da cidade também era severamente restrito. Normalmente, pessoas começavam a se acumular no Bloco Oeste. Mais pessoas esperando por suas permissões serem processadas significavam mais alojamentos e estabelecimentos de refeição nas ruas para atendê-las. Ainda mais pessoas a trabalho ou fazendo negócios lá. Eu nunca tinha visto o Bloco Oeste, mas tinha ouvido que era um local ao acaso, mas animado. O índice criminal lá era alto. A maioria dos CVs que enchiam as celas no Centro Correcional eram residentes do Bloco Oeste. Sentenças variando de um ano a toda vida eram dadas de acordo com a idade, histórico criminal, e o grau de violência do crime. Não havia pena de morte. O Bloco Oeste servia como um tipo de fortaleza que continha todas as pessoas e coisas de natureza criminosa, e prevenia a sua entrada na cidade. Então para que um CV foi escoltado de lá para dentro dos muros da cidade? Onde eles eram levados? E por que razão?

Nezumi rastejou para a cama.

"Provavelmente para A Lua."

"A prefeitura!" eu exclamei. "O centro da cidade? Por quê?"

"Não vou contar. Você não deve saber, de qualquer jeito."

"Por que não?"

"Estou cansado. Me deixe dormir."

"É algo que você não pode me contar?"

"Você pode garantir que pode esquecer completamente algo depois de ouvir isso? Fingir que não ouviu? Mentir completamente que você não sabe de nada? Talvez você seja inteligente, mas você ainda não é um adulto. Você não pode mentir tão facilmente assim."

"Eu acho, mas..."

"Então primeiramente não me pergunte. Em troca, eu não vou contar pra ninguém também."

"Hum? Sobre o quê?"

"Sobre você gritando na janela."

Ele tinha me visto. Eu podia sentir meu rosto queimando de vergonha.

"Me pegou totalmente de surpresa. Eu entrei em seu jardim e estava pensando no que fazer em seguida, e de repente a janela abriu e você meteu a cabeça pra fora."

"Hey, espere um momento!"

"Eu estava vendo o que você faria em seguida, e no momento seguinte você começou a gritar. Fui pego de surpresa de novo. Eu não acho que já tenha visto alguém gritando com uma cara como aquela."

"Cala a boca!"

Eu pulei no Nezumi, mas tudo o que senti foi o travesseiro quando caí em cima dele. Em um momento, Nezumi estava em cima de mim. Ele deslizou uma mão embaixo de meu braço, e com uma rápida torção, eu estava sem esforço algum caído sobre minhas costas. Nezumi subiu em cima de mim e prendeu meus dois braços com uma mão. Suas pernas montaram em meu quadril e o apertou com força. Por um momento, eu senti um formigamento de dormência correr por toda minha perna até meus dedos do pé. Era impressionante. No espaço de uma fração de segundo, eu tinha sido preso, imobilizado e restrito em minha própria cama. Com sua mão livre, Nezumi girou a colher de sopa que estava por perto. Ele pressionou o cabo contra minha garganta, e devagar a deslizou através dela. Ele se agachou até que seus lábios estivessem em minha orelha.

"Se isso fosse uma faca", sussurrou, "você estaria morto."

Um músculo de minha garganta se contraiu. Incrível.

"Isso foi incrível! Há algum truque pra fazer isso?”

"Hum?"

"Como você pode imobilizar alguém tão facilmente? Tem algum nervo especial que você pressiona ou algo assim?"

A força me prendendo relaxou. Nezumi se afundou em cima de mim, tremendo — Ele estava rindo.

"Não posso acreditar nisso. Você é hilário", ele ofegou.

Circulei meus braços ao redor de Nezumi e coloquei minhas mãos embaixo de sua camiseta. Ele estava quente. Sua pele queimando estava úmida de suor.

"Eu sabia... você está com febre. Você devia ter tomado aqueles antibióticos."

"Eu estou bem... só quero dormir."

"Se você não baixar a febre isso vai deixá-lo ainda mais fraco. Você está queimando."

"Você está bem quente também."

Nezumi deu um longo suspiro, e murmurou distraidamente:

"Pessoas vivas são quentes."

Ele ficou quieto, e não muito depois disso, pude ouvir uma respiração calma e compassada vinda dele. Com seu corpo febril ainda em meus braços, antes que eu percebesse, eu também estava deslizando para o sono.

Quando acordei na manhã seguinte, Nezumi tinha ido embora. A camiseta xadrez, a toalha e o kit de primeiros socorros tinham ido com ele.

———  ————


Ai está :) 
Obrigada a todos que estão lendo, e especialmente a CarolTaru e a pessoa Anônima que comentaram. Nos vemos em breve! 








5 comentários:

  1. Oi MA, tudo bem? Aki é a kione da comunidade de No.6
    Menina, como vc colocou menu suspenso?
    Aki ta maravilhosooo, toda vez q posso do uma passadinha por aki.
    Beijos

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  2. Wow! Nossa. xD Obrigada pela menção! Acho que nem precisava tanto... *envergonhada* Enfim~

    Eu vim aqui hoje só de curiosidade mesmo e, wow, fiquei estagnada ao ver a atualização *-* Meu sangue até ferveu de emoção! <3 Novamente, obrigada por todo o seu trabalho e esforço para nos trazer essa novel tão perfeita em português! Vou aproveitar agora que o capítulo 1 está traduzido completo e vou passar para minha mãe ler também (ela viu o anime e ficou apaixonada! Vou indicar aqui para que ela acompanhe também!).

    No.6 mudou a vida de muita gente, eu suponho. E a obra original é simplesmente perfeita em amplos aspectos, não só no relacionamento do Nezumi com o Shion... As questões sociais e emocionais tratadas são tão abrangentes que é... Transformador! Tenho vontade até de recomendar a história ao meu professor de sociologia - que, com o devido tempo, o farei, porque é realmente bem interessante.

    Anyway, fugi do assunto XD Novamente, obrigada por seu esforço! Tenho certeza que muitos estão lendo, apesar de poucos comentarem. Mas tenho certeza que com o tempo isso irá se inverter - ah, com certeza irá se inverter!

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  3. Obrigada por traduzir! :3 vi no post 2, que tu queria saber a quantidade de tradução por semana, olha quanto mais melhor. xDD
    Aah, Nezumi é muito fofo. <33 To louca pra ler mais! Quando vier as cenas deles vivendo juntos, AHHH Ç_Ç EU QUERO DOKSFJISDFJSD
    Momento fangirl louca 8D
    Continue traduzindo, sim? acompanhando \o\

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  4. olá parabéns por mais um capítulo postado fico muito feliz em lêr a novel em PT (ahaha obrigado pelo agradecimento mas sou eu que deveria agradecer por vocês postarem! ^^) Irei acompanhar ate o fim beijos!

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  5. Senti mais emoção nessa parte do Nezumi ir pra cima do Sion na novel do que no anime. Talvez seja porque lá ele é totalmente indefeso e na novel, ele até se excita. Deus... KKK
    Enfim, é lindo, realmente!

    "Se isso fosse uma faca", sussurrou, "você estaria morto." Uma das menções que eu mais gosto!
    E na novel, Sion passa os braços por dentro da camisa do Nezumi (!!!!!), no anime é na testa. *huum*

    CV, gostei, Nezumi é perigoso - atóooron perigóon -N. E saber mais sobre o significado disso realmente tira muitas dúvidas!

    Cada vez mais eu me encanto com o Sion da novel. Apesar de inocente, ele é decidido. ele não acha No.6 perfeita!

    Pobra Sion, seu Rato foi embora. :(
    Mas eles vão se encontrar! YAAY!

    Enfim, obrigado, pela ótima tradução, tá realmente muito bom poder ler por aqui!

    Ja ne! o/

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