sábado, 15 de outubro de 2011

[NOVEL] Volume I - Cap. 2 - Um começo tranquilo (parte 1)


Oi pessoas!

Queria me desculpar pela demora, mas houve um pequeno problema de comunicação entre eu e a Luanna, que faz a revisão dos capítulos rs Mas enfim, aqui está :D 

Adicionei alguns gedgets ao blog, como links pra compartilhamento em redes sociais (aliás, usem esse! xD), o chatbox, caixa de busca... Enfim, os mais básicos. Se sentirem que falta algo, ou que alguma coisa é desnecessária, avisem :) Assim vou arrumando.

E por último, como sugestão da Kαndα Yυυ, no orkut, vou adicionar as imagens da novel original nas traduções :)

Boa leitura!


Capítulo II - Um começo tranquilo (parte 1)

Índice do caso: (Primeiro exemplar descoberto)

Masculino, 31 anos de idade. Empregado de uma firma de biotecnologia. Engenheiro. Já estava morto antes da descoberta. Endereço confirmado...


O homem sentou em um banco no Parque-Floresta, e suspirou. Ele imaginava quantas vezes já havia suspirado naquela manhã. Ele suspirou, e olho o pé de alface em suas mãos. Isso o fez suspirar outra vez. Fresca, as folhas verdes firmemente enroladas ao redor da alface — até onde a qualidade tinha chegado, era de primeira classe. Ele arrancou uma folha, e a trouxe a sua boca. Tinha um gosto delicado, e a textura era excelente. Primeira classe, de fato. Então por que isso não estava vendendo?

A alface era a obra prima deste homem. Ele tinha trabalhado muito no desenvolvimento da biotecnologia para a produção de produtos frescos, isto é, vegetais folhosos. Ele acreditava que esses biovegetais seguros, acessíveis e deliciosos eram a solução para a crescente crise de comida, e em breve se transformaria em um amparo na distribuição de comida. Ele tinha confiança nisso. Mas as vendas de mercado não estavam indo tão bem quanto ele esperava, e o homem estava perdendo as esperanças. Os compradores pareciam preferir os produtos trazidos dos campos do Bloco Oeste, ao invés de seus biovegetais.  A tendência era especialmente forte para vegetais folhosos. Se isso continuasse, seu chefe havia lhe dito, ele deveria começar a pensar sobre descontinuar a produção.

A base de seu pescoço coçou. Isso estava coçando por algum tempo já. O homem tinha propensão a erupções na pele quando estava cansado. Pela noite, erupções vermelhas provavelmente iriam se espalhar por todo seu corpo. Muitas coisas desagradáveis estavam acontecendo hoje. Ele suspirou de novo. A alface em suas mãos parecia pesada.

Um som bipante soou do bolso de sua camisa. A tela do celular em sua ID se iluminou, e o rosto de uma jovem mulher apareceu.

"Saudações do Sistema Municipal de Informação. Ista notificação é sobre os resultados do Exame para Crianças que você se inscreveu. Para confirmar sua conta, por favor insira seu Número de Cidadania..." Antes mesmo que a mulher terminasse de falar, o homem começou a digitar seu número. Hoje era o dia do Exame de sua filha de dois anos. Ela era uma garotinha brilhante e adorável. Ele nunca se atrevera a dizer isso em voz alta, mas secretamente guardava uma expectativa de que talvez ela fosse reconhecida como top rank.

"Obrigada. Nós confirmamos sua impressão digital e seu número de registro. Sua informação é a seguinte..." O nome de sua filha foi mostrado, seguido por uma série de números detalhados. Peso, altura, medida de busto, condições de saúde, condições de nutrição, estado de desenvolvimento, ranking de várias habilidades... Todas as notas variavam na média de A a C. Ela não era nem muito inferior, nem excepcionalmente brilhante. Era isso. O homem olhou para a tela por um momento, e depois guardou sua ID em seu bolso. Ele pensou no sorriso de sua filha.

Oh, bem.

O homem falou para si, e sorriu fraco para o pé de alface em suas mãos. Abençoada ou não, sua filha ainda era sua filha. Que ele amava e adorava. E aquilo era bom o bastante.

De repente, uma ideia apareceu em sua cabeça. E se ele tinha, talvez, se prendido muito a ideia do melhor, mais perfeito? Era verdade — não havia nada para reclamar sobre essa alface. Mas talvez a sua perfeição fosse também sua maldição. Se esses pés de alface, perfeitas e idênticas, fossem empilhadas fileira após fileira, os consumidores talvez não se sentissem inclinados a compra-las. E se essa perfeição estivesse na verdade assustando os clientes?

Um robô de limpeza estava se aproximando. No corpo metálico havia uma cabeça redonda, e dois braços estendidos para ajuntar o lixo, e jogá-lo dentro da lata de lixo localizada no meio de seu corpo. Sua alface era como aquele robô. Era limpo e ordenado, mas muito artificial. Os vegetais que os consumidores queriam eram mais únicos, mais naturais... A alface caiu de suas mãos. O homem rapidamente se curvou para ajuntá-la, e franziu o cenho.

Huh?

Seus dedos enrijeceram. Sua visão embaçou. Era difícil respirar. O robô ajuntou a alface, e parou. Uma voz masculina jovem solicitou:

"Posso tratar isto como lixo?"

A boca do homem abriu para falar, e foi dominada por um acesso de tosse. Junto com isso, algo branco caiu de sua boca. Um dente. Seus dentes estavam caindo.

"Tem certeza? Eu vou jogar isto fora agora." A alface foi jogada dentro da lata de lixo, e o robô se afastou.

"Espere, me ajude...."

O homem estendeu a mão, e soltou um grito de horror. Todo o comprimento de seu braço estava crivado com pontos. Seu corpo ficava mais pesado. O homem cambaleou, e colapsou no chão entre o banco e a cerca viva.

 -*-

"Sion, dê uma olhada nisso."

Eram seis horas passadas quando Sion foi chamado pelo seu colega de serviço, Yamase. Os dois eram as únicas pessoas do Escritório de Administração do Parque. Juntos eles operavam e mantinham os três robôs limpadores que patrulhavam o Parque.

Robôs de trabalho como esses ainda estavam na fase de protótipos, e mesmo simples robôs de limpeza eram propensos a quebrar. Operar eles era uma chatice também, porque eles não eram bons em distinguir o que era lixo. Depois de gravar um objeto como lixo na memória do computador pela primeira vez, eles deveriam reconhecer isso automaticamente todas as outras vezes. Mas os robôs enviam o erro "objeto indistinguível" toda hora. Havia tido um meia horas atrás, na verdade. A imagem enviada para ele parecia com um pé de alface, e Sion tinha hesitado por um momento sobre o que fazer. Ele tinha encontrado outras coisas antes que tinha ponderado se deveria chamar de lixo, como um filhote de passarinho que tinha caído de uma árvore, ou um chapéu com uma decoração de penas um tanto extravagante. Alface, porém, era a primeira.

"Algum problema?" ele parou atrás de Yamase, que estava sentado em frente ao painel de operação.

"Hmm... Sampo está agindo estranho."

Yamase gostava de chamar os três robôs por seus apelidos. Sampo era o Robô n. 3. Hoje, ele estava trabalhando em um dos cantos recuados mais profundos do parque. Sampo também era o mesmo que tinha pego o pé de alface. A tela na frente deles mostrava um erro piscando em vermelho, informando-os de um objeto indistinguível.

"Qual é a imagem?"

"Sim, é sobre isso. Não está bem clara, mas... é estranha."

"Estranha?"

Yamase tinha vinte anos — quatro anos mais velho que Sion — e quieto por natureza, raramente perturbado por alguma coisa. A natureza calma de seu colega de trabalho era umas das duas razões pelas quais Sion gostava deste local de trabalho. A outra razão era que porque seu trabalho lidava sobretudo com máquinas, ele não tinha que conversar com outras pessoas.

"Aqui, dê uma olhada", Yamase disse, trocando a tela para a câmera.

"Você pode focar um pouco mais?"

"Claro", veio a resposta, e as mãos de Yamase se moveram rapidamente sobre o painel de controle. A imagem ficou mais clara.

"O quê..." Sion se inclinou mais perto, e sua respiração ficou presa em sua garganta. Pés? Um par de pernas vestidas estava saindo de trás do banco. Ele podia ver um par de sapatos marrom calçados.

"Você acha que ele está dormindo...?" A voz de Yamase tremeu.

"Algum sinal vital?"

"Huh?"

"Pode aumentar os sensores do Sampo ao nível máximo?" Sampo era equipado com inúmeros receptores que podiam sentir calor, som e textura. A voz de Yamase tremeu mais violentamente.

"Oxigênio, emissão de calor... zero. Sem sinais vitais."

"Eu vou ir checar". Sion disse abruptamente.

"Eu também vou."

Eles saltaram em suas bicicletas, e pedalaram o mais rápido que podiam. Bicicletas tinham se tornado explosivamente populares nos últimos anos, e estatísticas mostravam que cidadãos médios tinham 1.3 bicicletas. Tênis de corrida também estavam vendendo bem. Ao invés dos modos convenientes e fáceis de transporte, parecia que mais pessoas estavam escolhendo caminhar, pedalar e usar seus próprios corpos. Popular ou não, para um estudante como Sion, algo tão acessível, de fácil manutenção e que não custava nada de combustível era mais que uma necessidade.

Havia limite de velocidade até mesmo para bicicletas dentro do parque. Sion pedalava a todo vapor por um caminho onde ele usualmente só passearia. A maioria dos veículos hoje em dia era equipada com um mecanismo de contenção que automaticamente recuava quando o veículo passava de certa velocidade. Bicicletas não eram exceção, e o mecanismo era normalmente colocado na alavanca do freio. Mas a bicicleta de Sion era um modelo antigo, e não era equipada com mecanismo de contenção de velocidade. Ele teria que pagar uma multa se o Departamento de Transporte descobrisse, mas, agora mesmo, ele estava agradecido que poderia ir tão rápido quanto podia.

Ele alcançou uma área quieta isolada pelas árvores. Sob um dossel de folhas caídas, Sampo ainda estava parado. Sua cabeça conjunta, ligeiramente inclinada pra o lado, fazia-o parecer pensativo ou confuso.

"Sampo." Em resposta a voz de Sion, os LEDs dos olhos se iluminaram em verde. Sion olhou atrás do banco, e congelou.

"Sion, o que está havendo?" Yamase chegou um pouco depois, e fez um ruído abafado em sua garganta.

O homem estava atrás do banco, como se para se esconder. Sua boca estava aberta e seus olhos arregalados e fixos. Sua expressão parecia surpresa, ao invés de com medo ou dor. Ele parecia como se tivesse visto algo chocante momentos antes de morrer. Seu cabelo era branco neve, e em suas bochechas havia manchas que pareciam com sinais de idade¹. Suas rugas eram pronunciadas. Ele era bem idoso.

— Apesar de que essa é uma camisa bem chamativa para sua idade.

Sion comentou intimamente ao notar a camisa rosa claro que o homem estava usando.

“Yamase-san, você pode avisar o Departamento de Segurança?”

"Hum? Ah... sim, claro. Claro. Me dê um minuto... Alô? Hum, aqui é do Escritório de Administração do Parque..." Meio que ouvindo a voz tremida de Yamase enquanto ele explicava a situação, Sion estendeu a mão cautelosamente para tocar o homem. O rigor mortis²  tinha se espalhado por seu corpo inteiro.

"Isso é impossível", Sion murmurou quase que automaticamente em descrença.

Era cedo demais.

O rigor mortis normalmente começava a se fixar pelo menos uma hora depois da morte — duas ou três horas, na maioria dos casos. Começava pela mandíbula e se espalhava gradualmente para baixo até o fim das pernas. Julgando com base nisso, esse homem teria morrido há pelo menos algumas horas. Mas 30 minutos atrás, esse corpo não estava aqui. Se estivesse, Sampo teria notado. Ele sabia que tinha tido uma pessoa viva sentada no banco. Depois de confirmar a alface, os sensores de Sampo tinham registrado uma presença humana viva. Claro, ele não tinha nenhuma evidencia para provar que esses dois eram a mesma pessoa. Não, não podia ser. Não tinha como uma pessoa que estava viva há 30 minutos ter passado a rigor mortis nesse pouco tempo. Então? Alguém mais estava sentando nesse banco, obviamente o homem morto?

Sion deixou o braço do homem, que parecia mais rígido e frio que o braço mecânico de Sampo. Isso era impossível. Mesmo se o homem tivesse morrido sem ninguém perceber, Sampo deveria tê-lo pego. Entretanto, Sampo tinha reagido a sua presença, e enviado um erro "objeto indistinguível" há apenas alguns minutos atrás. Isso significava que 30 minutos atrás não havia um corpo morto aqui.

Sion achou que viu o corpo se mover. Claro, foi apenas sua imaginação. Mas — Sion congelou um grito de horror. A mandíbula do homem, rígida apenas alguns minutos antes, estava começando a afrouxar. Ele achava que podia até mesmo sentir um odor fraco de podre. A face do homem estava com o rosto para baixo, e atrás de suas orelhas Sion podia ver uma mancha verde escuro começar a se espalhar. Definitivamente não havia nada ali antes. Certamente nada visível a olho nu. Sion se inclinou para mais perto.

"Eles estão vindo", Yamase suspirou em alívio. Um carro do Departamento de Segurança se aproximava silenciosamente.

-*-

(clique para ver a imagem em tamanho maior)

"Então, em um espaço de uns dez minutos, você viu um rigor mortis completo? E começou a apodrecer logo depois? Isso é impossível." Safu concluiu simplesmente, depois de engolir o donut's de chocolate. A loja de fast food onde eles estavam sentados, localizada perto das partes antigas da cidade, estava cheia com pessoas de todas as formas e cores.

"E se você está dizendo que você sentiu cheiro de podre, então isso significa que a decomposição por bactéria já tinha começado, certo? Não pode ser. Mesmo no meio do verão, isso levaria pelo menos 30 horas, certo, para o rigor mortis desaparecer completamente."

"De acordo com um conjunto fixo de condições, isso levaria 36 horas no verão, de 3 a 7 dias no inverno, e 60 horas em um tempo como o que estamos tendo agora. É o que os livros dizem", Sion respondeu, desviando o olhar do rosto de Safu e tomando um gole de seu chá. Ele se sentia melancólico. E cansado.

"O Departamento de Segurança foi duro com você?" Safu olhou seu rosto. Seu cabelo cortado curto enquadrava seu rosto delicado e olhos grandes, o que lhe dava uma espécie de atração misteriosa, andrógina. Safu também tinha sido considerada top rank em inteligência durante seu exame de dois anos de idade. Ela era um dos vários colegas com quem estudara na mesma escola até os dez anos. E atualmente, aos dezesseis, ela era a única com quem Sion tinha uma relação próxima. Ela se especializara em fisiologia, e estava pronta para fazer intercâmbio logo em outra cidade.

"Foi uma morte não natural afinal, eles deviam estar suspeitos. Provavelmente eles interrogaram você até te aborrecer, não?"

Safu, como Sion a conheceu na sala de aula, era uma garota pequena e quieta. Ela provavelmente ainda era assim no laboratório. Mas quando estava sozinha com Sion, Safu sorria frequentemente, comia bem, e relaxava seu tom formal. Sion terminou seu chá, e balançou sua cabeça devagar.

"Nem, não foi tão ruim quanto eu esperava." Verdade a ser dita, o interrogatório do Departamento de Segurança tinha sido surpreendentemente curto. Tudo o que eles fizeram fora recolher os dados que Sampo tinha gravado de seu corpo, e pedir uma explicação da situação de cada um dos dois. O oficial falou secamente quando descobriu que o endereço registrado de Sion era localizado no distrito da cidade antiga, próximo ao Bloco Oeste, mas Sion estava acostumado com aquele tipo de tratamento e não se importou.

"Então por que você parece tão aborrecido com isso? Você é o retrato de um jovem incomodado agora mesmo."

"Isso... só não parece certo."

"O rigor mortis e seu tempo de dispersão?"

"Sim. Você mesma disse, Safu. Não é possível. Você está certa. Não há condições presentes que poderiam ter acelerado o rigor mortis e a dispersão àquele nível."

"Você diz nenhuma condição em termos de temperatura ou umidade, ou alguma outra influência externa, certo? Você não saberá até fazer uma autópsia se talvez não tenha um fator interno que tenha acelerado isso."

"Fator interno, hum... como o quê?"

"Por exemplo, se aquela pessoa estava gravemente debilitada, ela não teria enrijecido tanto, e isso não teria durado tanto tempo. Em pessoas com envenenamento por fósforo ou em recém-nascidos, eles dizem que o enrijecimento é quase inexistente..."

"Ele definitivamente não era um recém-nascido, posso te dizer isso."

Safu bufou indignada e encarou Sion.

"Foi só um exemplo. Você está sarcástico como sempre, não? Isso não mudou em nada. Mas eu acho que não há muita coisa que nós possamos fazer, e nós não temos nenhum dado.”

"Sim..." Sion concordou vagamente, e inconscientemente mordeu seu lábio inferior. Dados, livros, manuais... Havia horas em que eles se tornavam completamente inúteis. O que ele uma vez acreditara ser tão certo e absoluto poderia ser abalado tão facilmente, e desmoronar diante dele.

Ele experimentara aquilo quatro anos atrás.

-*-



Notas da tradutora inglês-português:

¹ - Na tradução original japonês-inglês: senile plaque, “placas senis” em português. São formadas pelo acúmulo de proteína beta-amilóide nos tecidos do cérebro, e uma das principais lesões causadas pela doença de Alzheimer. (fonte: http://biobioalzheimer.blogspot.com/2010/07/mas-afinal-o-que-sao-as-placas.html)
Como logicamente o cérebro do homem que morreu não está esposto, nem o Sion o abriu para examinar, e também a tradutora diz que as manchas estão na bochecha, acredito que ela se refira àquelas manchas que aparecem no rosto com a idade.

² - rigor mortis - é um sinal reconhecível de morte que é causado por uma mudança química nos músculos, causando aos membros do cadáver um endurecimento ("rigor") e impossibilidade de mexê-los ou manipulá-los. Tipicamente o rigor acontece várias horas após a morte clínica e volta espontaneamente depois de dois dias, apesar do tempo de início e duração depender da temperatura ambiente. Na média, presumindo-se temperatura amena, começa entre 3 e 4 horas post-mortem, com total efeito do rigor em aproximadamente 12 horas, e finalmente o relaxamento em aproximadamente 36 horas. (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rigor_mortis)

———  ————

Mais um trecho!
Muito obrigada a todos que estão lendo, e aos que estão comentando. O próximo deve sair no meio da semana ^-^ 











8 comentários:

  1. Nham! Parabéns!! Estou adorando acompanhar a novel, estou cheia de esperanças já que no anime muitas coisas ficaram tão random...
    Obrigada por postar mais um capítulo!! Aguardo mais!

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  2. Adorei esse capítulo! Muito legal terem colocado a foto da light novel junto com o capítulo aguardo o proximo capítulo obrigada!

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  3. VC PAROU DE TRADUZIR...WHY?MAS ENFIM OBRIGADA PELO CAP 1 E ESSE.

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    1. Olá. ^-^ eu tive alguns problemas, por isso acabei parando de traduzir. Espero voltar ainda este mês. Caso tenha algum e-mail que queira deixar, posso avisá-lo caso volte com as traduções. Ou então pode seguir o blog. :) Abraços!

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    2. POR FAVOR VOLTA A TRADUZIR!!!! caiolopesvip@hotmail.com ! Se você voltar avisa no e-mail por favor! te imploro!

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  4. Á dois anos átras,no meio da semana,fofís?

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  5. Você deveria voltar a traduzir, sabe. Não é muito fácil encontrar este novel em português, e ler em inglês é muito chato.

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  6. Continua a postar por favor, foi realmente difícil achar essa novel em português... ou pelo menos posta o link de onde tem em inglês

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